Apollo no São Paulo Innovation Week: inovação, turismo outdoor e uma conversa cada vez mais brasileira
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Apollo no São Paulo Innovation Week: inovação, turismo outdoor e uma conversa cada vez mais brasileira

Participar do SPIW 2026 foi mais um passo importante para apresentar o Apollo como uma startup brasileira de turismo tech, criada por quem entende as dores reais de viajar, explorar e organizar experiências outdoor no Brasil.

Equipe Apollo27 de junho de 20265 min de leitura

Introdução

Alguns eventos servem para apresentar uma ideia.

Outros servem para testar se essa ideia realmente conversa com o mercado.

Para o Apollo, participar do São Paulo Innovation Week 2026 foi um pouco dos dois.

Entre os dias 13 e 15 de maio, São Paulo recebeu um dos grandes encontros de inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios do país. E no meio de tantas conversas sobre inteligência artificial, futuro do trabalho, sustentabilidade, indústria, economia criativa e transformação digital, o Apollo levou uma pergunta bem direta:

Como podemos organizar melhor o turismo outdoor no Brasil?

A resposta veio de muitas formas.

Veio nas conversas com pessoas curiosas sobre o app. Veio nos empreendedores interessados em parcerias. Veio nas perguntas sobre expansão para outras regiões, como Pará, Rio de Janeiro e novos destinos com potencial de aventura. E veio também em um feedback que ficou marcado para nós: o Apollo é uma empresa brasileira de turismo tech, criada por brasileiros, para resolver dores que os brasileiros conhecem muito bem.

Parece simples.

Mas isso diz muito sobre o que estamos construindo.

Apollo no São Paulo Innovation Week

O que foi o São Paulo Innovation Week 2026

O São Paulo Innovation Week 2026 reuniu startups, empresas, investidores, universidades, centros de pesquisa, governos e especialistas para discutir tecnologia, inovação e transformação em diferentes setores.

A programação aconteceu no Mercado Livre Arena Pacaembu e na FAAP, dois espaços bem simbólicos em São Paulo. O evento também trouxe trilhas e conferências sobre temas como inteligência artificial, meio ambiente, energia, sociedade 5.0, agronegócios, empreendedorismo, inovação aberta, varejo e diálogos inspiradores.

Para uma startup como o Apollo, estar nesse ambiente foi muito relevante.

Não apenas pela exposição, mas pela qualidade das conversas.

Eventos de inovação têm um valor muito claro: eles tiram a ideia da tela e colocam na frente de pessoas reais. Pessoas que perguntam, discordam, sugerem, comparam, conectam e ajudam a enxergar caminhos que, muitas vezes, não aparecem dentro da rotina normal da empresa.

Foi exatamente isso que aconteceu com o Apollo.

Por que fazia sentido o Apollo estar ali

O Apollo nasceu para resolver uma dor muito prática: descobrir e reservar experiências outdoor no Brasil ainda é mais difícil do que deveria.

Quem já tentou fazer uma trilha, passeio de barco, mergulho, aula de surf, passeio de jangada, experiência em cachoeira ou atividade de aventura sabe bem como funciona.

Você pesquisa no Google.

Depois procura no Instagram.

Depois manda mensagem no WhatsApp.

Depois tenta entender preço, horário, disponibilidade, segurança, ponto de encontro e o que está incluso.

Às vezes dá certo.

Às vezes vira uma pequena novela.

E o mais curioso é que o problema não está na falta de boas experiências. O Brasil tem experiências incríveis. O problema está na organização do acesso.

Do outro lado, muitos guias, instrutores, operadores locais e pequenos empreendedores também sofrem com isso. Eles têm conhecimento, operação e vontade de crescer, mas nem sempre têm ferramentas simples para ganhar visibilidade, organizar reservas e chegar até o público certo.

Foi por isso que apresentar o Apollo em um evento como o SPIW fez tanto sentido.

Porque a nossa conversa não era apenas sobre turismo.

Era sobre tecnologia aplicada a um mercado real, fragmentado e cheio de potencial.

As conversas que mais chamaram atenção

Uma das partes mais interessantes do evento foi perceber como pessoas de perfis diferentes entendiam o Apollo rapidamente.

Algumas olhavam pela ótica do viajante.

Isso ajudaria muito quando eu viajo e quero descobrir o que fazer sem depender de indicação solta.

Outras olhavam pela ótica do destino.

Vocês pretendem chegar em outras regiões? Isso funcionaria muito bem no Pará.

Também surgiram comentários sobre o Rio de Janeiro, sobre destinos de natureza, sobre regiões com turismo forte, mas ainda pouco organizado digitalmente.

E teve um terceiro grupo que chamou bastante atenção: pequenos empreendedores interessados em parceria.

Pessoas que enxergaram no Apollo uma forma de ganhar visibilidade, organizar melhor suas experiências e participar de um ecossistema mais estruturado.

Esse tipo de feedback é muito valioso porque mostra que o problema existe dos dois lados. Quem viaja quer encontrar melhor. Quem oferece quer ser encontrado melhor.

No fundo, o Apollo está tentando aproximar essas duas pontas.

Booth do Apollo no São Paulo Innovation Week

Uma startup brasileira para um problema brasileiro

Um dos feedbacks mais importantes que ouvimos foi sobre o Apollo ser uma empresa de turismo tech brasileira, criada por brasileiros.

Isso pode parecer apenas uma frase bonita, mas para nós tem bastante peso.

Porque o turismo brasileiro tem particularidades muito próprias.

Tem a força do WhatsApp.

Tem reserva por indicação.

Tem operador pequeno que faz um trabalho excelente, mas não aparece bem online.

Tem regiões com potencial enorme, mas pouca estrutura digital.

Tem viajante que quer segurança, mas não quer uma experiência engessada.

Tem destino que precisa crescer, mas sem perder identidade local.

Quem vive isso de perto entende que importar um modelo genérico de turismo nem sempre resolve.

O Brasil precisa de soluções que entendam sua realidade.

E esse talvez seja um dos pontos mais fortes do Apollo: construir tecnologia olhando para o jeito como o turismo realmente acontece aqui.

Não como deveria acontecer em uma apresentação bonita.

Mas como acontece na prática.

Com suas informalidades, seus talentos locais, seus desafios de confiança e seu potencial enorme.

O que o SPIW reforçou sobre o futuro do Apollo

Participar do São Paulo Innovation Week reforçou algumas convicções importantes.

A primeira é que turismo outdoor não é um nicho pequeno. É um mercado amplo, ligado a lazer, bem-estar, natureza, cultura local, economia criativa e desenvolvimento regional.

A segunda é que existe interesse real por soluções que organizem esse mercado. As perguntas sobre expansão para estados como Pará e Rio de Janeiro mostraram que a dor não está concentrada em uma única região. Ela aparece em destinos diferentes, com características diferentes, mas com desafios parecidos.

A terceira é que o Apollo precisa continuar sendo simples.

Essa é uma opinião nossa, e ficou ainda mais clara no evento: tecnologia boa não é aquela que complica o que já é difícil. É aquela que tira atrito.

No turismo de aventura, a experiência tem que continuar sendo humana, local e autêntica. A tecnologia entra para organizar o caminho, não para substituir quem faz a experiência acontecer.

O guia continua sendo essencial.

O operador local continua sendo essencial.

A cultura do destino continua sendo essencial.

O que muda é que tudo isso pode ser mais fácil de descobrir, reservar e viver.

Inovação também é olhar para mercados esquecidos

Quando se fala em inovação, muita gente pensa primeiro em inteligência artificial, robótica, fintechs ou grandes plataformas digitais.

Tudo isso é importante.

Mas inovação também acontece quando alguém olha para um mercado tradicional e pergunta: por que isso ainda funciona desse jeito?

Foi um pouco dessa pergunta que levamos para o SPIW.

Por que reservar uma atividade outdoor ainda depende tanto de conversas soltas?

Por que tantos operadores bons continuam invisíveis?

Por que o viajante precisa pesquisar em vários lugares para entender uma experiência simples?

Por que destinos com tanto potencial ainda não conseguem mostrar tudo o que têm?

Para nós, inovar no turismo outdoor é organizar melhor esse processo sem tirar a alma da experiência.

É criar uma ponte mais clara entre exploradores e parceiros locais.

É ajudar o turista a descobrir com confiança.

É ajudar o pequeno empreendedor a crescer com mais estrutura.

E é mostrar que tecnologia também pode fortalecer economias locais.

Apollo no São Paulo Innovation Week 2026

O que levamos dessa experiência

Saímos do SPIW com bons aprendizados e algumas certezas.

O Apollo ainda está no começo, mas o problema que estamos atacando é real.

Existe demanda de viajantes que querem descobrir experiências outdoor com menos fricção. Existe interesse de parceiros locais que querem mais visibilidade e organização. Existe curiosidade de outros estados e regiões que enxergam no Apollo uma solução possível para seus próprios desafios.

Também saímos com a sensação de que estar em ambientes de inovação é fundamental para uma startup que quer crescer com consistência.

Não apenas para falar. Mas para ouvir. Ouvir perguntas difíceis. Ouvir sugestões. Ouvir críticas. Ouvir ideias de expansão. Ouvir de pessoas fora da nossa bolha que o que estamos construindo faz sentido.

Esse tipo de validação não substitui produto, operação e execução. Mas ajuda muito a ajustar o caminho.

Conclusão

Participar do São Paulo Innovation Week 2026 foi mais uma experiência importante na jornada do Apollo.

Foi uma oportunidade de apresentar nossa visão, conversar com pessoas de diferentes setores, entender novas possibilidades de parceria e reforçar nosso papel dentro do turismo tech brasileiro.

O Apollo quer ajudar a organizar o mercado de experiências outdoor no Brasil.

E isso passa por tecnologia, claro.

Mas passa também por escuta, conexão, presença e entendimento real do território brasileiro.

O SPIW mostrou que essa conversa interessa a muita gente.

Viajantes. Empreendedores. Parceiros locais. Destinos. Pessoas que inovam. Pessoas que criam. Pessoas que acreditam que o Brasil pode explorar melhor o próprio potencial.

O Apollo segue nessa direção: conectando exploradores a experiências outdoor, valorizando quem faz o turismo acontecer e construindo uma plataforma brasileira para um mercado que ainda tem muito espaço para crescer.

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